Hollywood, sempre incansável e a todo o momento venenoso, voltou a lubrificar máquinas de drogas, prozac e vidas minguando. A atriz Carrie Fisher -princesa Leia para a volátil memória coletiva – é a enésima vítima de um “star system”, que não perdoa. Nunca.E de imediato, quem sabe por vingança, quem sabe por catarse, revê as sombras de tua vida em uma autobiografia incendiária, Wishful Drinking, que prontamente fez tremer os alicerces desse palmeiral-solarium-hogueradevanidades de nome, em Los Angeles.

Carrie viajar a partir de teu vício com as drogas e transtorno bipolar a espantá de seu pai, o cantor Eddie Fisher, no momento em que deixou a casa da família pra desabar nas suculentas redes amatorias de Liz Taylor. “Na minha família eram muito amigos de Liz e teu marido, Mike Todd”, lembra Carrie, que saltou pra fama em 1977, graças à saga de competição nas estrelas. “Mike morreu em um imprevisto de avião em 1958, quando eu tinha 2 anos, e meu pai voou para estar ao lado da viúva naqueles momentos difíceis. Primeiro secou os olhos com um lenço de papel, logo em seguida a consolou com flores e, finalmente, a idéia de dormir com ela”.

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Efetivamente, o casamento entre o pai Fisher e a semidiosa Taylor -que prontamente começava a pegar o brilho ao mote de robamaridos – foi um fundamentado escândalo. Casamento, rápida e pela porta de trás, entrou em colapso rotativas e rompeu a casa dos Fisher. Entretanto, aquele carinho de traição e paetês, mas não durou muito; em 1962, no decorrer das filmagens de Cleópatra, a Taylor conheceu Richard Burton, seu grande carinho e, caprichos de estrela, seu marido exemplar. Após esse Taylorgate familiar, Carrie começou a sua descida aos infernos. Debbie Reynolds-; superpapel superestelar no auge Da guerra das galáxias; dinheiro, sucesso, amizades perigosas. Em Wishful Drinking, Fisher se passeia pelas cloacas de sua vida com naturalidade deslumbrante. “A primeira vez que consumi drogas tinha treze anos”, escreve.

“Fumei um baseado de maconha na minha casa da árvore, no jardim. Com dezenove eu tive um mal viagem, dessa maneira que me vi grata a buscar uma droga de substituição”. CARY GRANT, Teu SALVADOR. Apesar de tudo, a atriz não perde o senso de humor.

“a Minha mãe começou a se preocupar com o evidente aumento de minha consumo de substâncias. E fez o que ele teria feito qualquer pai responsável: chamar Cary Grant”. E foi ele, o galã entre galanes, o que ajudou a princesa Leia a sair do túnel do vício. “Nos anos 60, Mr.

Grant havia feito um curso de LSD sob a supervisão de um médico. Em vista disso que meu preocupada e ligada mãe lhe disse que, como eu tinha um problema com o ácido, quem sabe ele poderia me chamar”. Chamou-a, animou-a, a aconselhou. E não voltaram a comentar até inmensuráveis anos depois. “Meu pai foi ao funeral da princesa Grace de Mônaco. Não a sabia que existia, porém tinha a sua própria desculpa pra ver: publicidade. E lá estava ele, no enterro de uma das poucas mulheres bonitas de tua geração, com as quais não se tinham deitado, no momento em que se cruzou com o Mr. Grant. E o que ocorreu?

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