Em reginaexlibrislandia a todo o momento pesquisamos uma referência literário. É uma bibliopulsión que, visibilidade de fora, poderá ser insalubre puxando a má. Mas no nosso caso é alguma coisa tão natural e instintivo que não podes ser desagradável. E é que, entre os livreiros biblioetiquetamos de perto nossas filias, fobias, carências, manias, – lo e traços de personalidade, sejam estilos permanentes ou emoções momentâneas. E não é penoso, visto que a literatura está cheia de protagonistas gloriosamente inconfundíveis e imprevisíveis. O interessado é que, às vezes, estes traços típicos que exercem com que um protagonista seja tão adorável, mesmo em sua excentricidade tornam-se, extrapolados pra realidade, nos aspectos irritantes e até já doentios.

Tanto que deram nome a uma série de patologias conhecidas e a certos padrões, que, infelizmente, tornam-se a vivência de quem os sofre em um autêntico calvário. Sem comparecer (por de imediato) a esse dramático e patológico extremo revemos os sete padrões literários que se manifestam com mais virulência entre os livreiros de reginaexlibrislandia, começando pela que subscreve, Regina ExLibris, manifesto que os todos de uma vez. 1. A SÍNDROME DE PETER PAN.

Peter Pan, o pirralho que se recusa a desenvolver-se. Vive pela terra do Nunca, cercado de aventuras, fadas, piratas e outros infantes eternos. Assim, quem tem a “Síndrome de Peter Pan” ela é alguém infantil e imaturo em um sentido psicológico e social.

Não quer amadurecer, de modo que se estanque em um posicionamento infantil ou jovem, e não evolui. Isso o torna alguém egoísta e, em casos extremos, resulta em transtornos de personalidade narcisistas. O livro: Peter Pan. James M. Barrie. Aliança.

2. A SÍNDROME DE DORIAN GRAY. O personagem de “O retrato de Dorian Gray’ vende tua alma ao diabo pra não envelhecer. Esta obsessão da juventude eterna do personagem de Oscar Wilde dá nome a um transtorno caracterizado por aflição extrema com a aparência física e o problema para encaixar o envelhecimento. É quota de um distúrbio chamado “dismorfofobia”, e quem sofre não suporta ter defeitos ou anomalias que afectem a sua aparência estética, de forma especial no rosto.

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O livro: O retrato de Dorian Gray. 3. A SÍNDROME DE MADAME BOVARY. A heroína do romance de Flaubert vive em um estado de frustração e de insatisfação crônica, presa entre as tuas aspirações e fantasias, e a insuportável parcimônia da realidade que habita, que pra ela nunca é suficiente.

É a para todo o sempre insatisfeita, e este é o traço que caracteriza as pessoas que sofrem de síndrome de Madame Bovary, onde as divergências entre as ilusões e a realidade serão sempre insuperáveis. Trata-Se de um distúrbio de feitio, normalmente, afetivo e amarrado à depressão. O livro Madame Bovary, G. Flaubert. Siruela. Desgarrada entre a prosaica realidade em que vive e seus sonhos de romances e riquezas, Emma Bovary nunca será feliz junto a teu marido, um modesto médico de aldeia.

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