A utilização das fontes, tal por quota dos compradores, como por fração dos artífices, como motivo para a representação iconográfica de tópicos religiosos ou profanos está fora de toda incerteza. E, por que foi tirada propriamente a figura nesse santo?

A desculpa primordial, como em todo trabalho que necessita de estudo e persistência, foi pessoal. Temos chegado a a figura de são Jerônimo por carinho para o humanista, o erudito, o tradutor. E, parafraseando o santo, essa simpatia levou ao estudo de tua obra, o estudo da familiaridade, e esta certeza. De maneira que o espantado protagonista se foi transformando em equipamento vital e o conhecido, em que um quer ser identificada ao dirigir-se explorando hobbies e sofrimentos comuns. A credibilidade fenomenologia da representação do santo, porque é a tua imagem uma das mais comuns na iconografia religiosa depois da da Virgem e o Menino.

O que o riquíssimo fundo bibliográfico existente no mosteiro de Santa Maria del Parral, não tenhamos achado objeto suficiente documentar e interpretar a iconografia de s. Jerónimo em Portugal e na arte português. Por um lado, têm sido, maioritariamente, os artistas italianos que têm merecido a atenção dos historiadores. Por outro, foram os historiadores franceses, seguidos de alemães, ingleses, e de estudiosos de algumas nacionalidades -os italianos curiosamente, em último território – os que se têm ocupado da vida e obra do santo.

E, em cada dos casos, sempre primou a análise da obra literária e exegética a respeito do iconográfico. Dessa maneira, este trabalho pretende ser uma pequena contribuição para o enriquecimento desta escassa bibliografia espanhola. Dado que o nosso serviço tem um caráter hagiográfico, temos procurado, na hora de afirmar a conexão iconografia/referência documental, os documentos biográficos primordiais. Neste sentido, foi utilizado como fonte documental primária Epistolário de são Jerónimo9, em razão de o conjunto desses escritos constitui não só a mais querida biografia do santo, porém também um documento de inegável valor, por tua autenticidade.

Como é bem sabido, as primeiras edições de suas Epístolas são publicados em Roma, em 1468, seguindo-se as editadas por Erasmo entre 1516-20 incluídas pela obra sobre a vida do santo10, e, além de tudo, o clássico monumental Migne-Vallarsi11. Pra citações de passagens da Correspondência foi utilizada a versão portuguesa da Biblioteca de Autores Cristãos, de 1993, tomo I, e de 1995, o tomo II, e elaborado por João Batista Valero12. Isto pelo que respeita a um dos fatores do nosso binômio titular: As Epístolas de s. Jerónimo. No caso que nos ocupa parece que o pintor foi atendo-se aos imperativos devocionais da comunidade de monges de São Jerónimo de Buenavista.

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Nenhum dos vinte e 6 quadros da série argumentada reflete a iconografia tradicional do santo. Na análise fenomenológica desta relação nos foram surgindo inúmeras perguntas e possíveis respostas. Por que normalmente se usa pela representação de san Jerónimo uma iconografia fabulada?

por que essa fabulación se tornou tão real para artistas e historiadores da Arte, que, no momento em que não aparece, a primeira coisa que pensamos é que o real pudesse ser inventado ou vice-versa? o que fontes você usou João de Espinhal? como é que a biblioteca dispunha-se a Academia de Belas Artes de Sevilha, da qual Espinhal foi o primeiro Diretor de Pintura? você se limitou a realizar o encargo, seguindo as diretrizes marcadas pelo desse modo Prior15 ou coloca bem como de tua fração? Podemos discursar que a figura do pintor e humanista, impecável renascentista e barroco, não se realiza em artistas que não estão em contato com os grandes centros de produção artística.

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