Ron Carter (Ferndale, Michigan, quatro de maio de 1937) é um contrabaixista de jazz estadunidense. Milt Hinton, Ray Brown e Leroy Vinnegar. Carter é assim como um aclamado músico que participou em numerosas gravações, tocando violoncelo em incalculáveis obras de música clássica. Também possui contribuído para a música pra bandas sonoras de filmes.

Longevos e surpreendentes, Ron Carter e Kenny Barron, qualquer um desde o seu espaço, representam células fundamentais em genética de pelo menos as últimas cinco décadas do jazz. “Este é um sexo a três com o que eu posso fazer a música que eu aspiro fazer já, é relatar pesquisar melodias potentes pra fazer suas com sutileza, dialogando com os meus colegas.

A companhia da guitarra e o piano me permitem adquirir essa intimidade que procuro, expressar a minha sensibilidade prontamente”, diz Carter a PáginaI12 ao telefone a começar por Nova Iorque. Carter não perde a calma e fala com a mesma discernimento de teu toque preciso, elaboradas preocupante e sensível, que soa como uma continuação do que consegue com o contrabaixo. “O modelo de meus pais me ajudou a superarme. Eu cresci entre oito irmãos, minha mãe era lavadeira, já que não a deixavam ser professora e meu pai foi um dos primeiros negros que trabalhou como motorista de ônibus, após diversos refugos”, enfatiza Carter.

Em 1959, o baixista chegou a Nova York e um de seus primeiros contatos foi Chico Hamilton, que havia popular pela data de Rochester. “Ele tinha me ouvido em um clube de jazz e foi um dos que me encorajou a deixar Rochester. Quando cheguei a Nova York, eu o chamei e logo havia um ambiente pra um contrabaixista.

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por este grupo estava bem como Eric Dolphy”, conta Carter. Pouco depois juntou-se ao quinteto de Miles Davis, juntamente com Herbie Hancock, Tony Williams e Wayne Shorter. O relacionamento durou 5 anos, 20 discos e incalculáveis concertos. “Todas as noites que trabalhava com Milhares era desigual. Estávamos experimentando com os ritmos, com as dinâmicas, as intensidades. Tudo mudava continuamente”, lembra Carter e sublinha o verbo trabalhar.

“é claro que a música é um serviço. Quando eu vou tocar, eu não irei atravessar o tempo ou a ‘constatar inspiração’. Eu vou receber a minha existência. Isso a todo o momento fiz e continuo fazendo e ainda encontro prazer em tudo que faço.

Sinto que cada noite é uma chance para entender a tocar melhor”, garante. A conta oficial marca a participação de Carter 2.221 discos, um recorde que, para além da folhagem agonística oferece uma idéia da medida do teu serviço e a aura de teu nome.

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