Em agosto de 2007, durante um duro discurso proferido em plena campanha eleitoral, Barack Obama, acusou o Governo de George W. Bush de ter “empurrado uma falsa seleção entre as liberdades que nós apreciamos e a segurança que oferecemos”. Não podemos ter uma segurança a 100 por cento e uma privacidade cem por cento, com zero de vigor. Para aqueles que não estão dispostos a disculparle, contudo, Obama teve tempo de sobra de colocar ordem e de agir de acordo com as idéias que dizia defender.

Como no caso de Guantánamo, talvez não seja ele o responsável pelo sua constituição, mas bem como não foi eliminado, ou, pelo menos, corrigido, a dificuldade. No fundo de toda a polêmica por trás o permanente debate entre privacidade e segurança, e a conversa sobre o assunto quais são os limites dos Estados pela hora de supervisionar e, teoricamente, socorrer os cidadãos.

E no Ocidente hiperconectado, essencialmente por meio da Internet, o debate foi cruzado, evidentemente, as fronteiras dos Estados unidos. O escândalo, não faz mais do que desenvolver-se. Primeiro, descobrimos que o Governo dos EUA havia estado intervindo linhas telefônicas de jornalistas, em especial, da agência norte-americana AP. Era, no entanto, apenas um aperitivo.

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O prato robusto chegou há cerca de uma semana, no momento em que um extécnico da CIA e da NSA, Snowden, revelou a espionagem em massa de chamadas de fatos e de Internet por cota das autoridades. E neste mesmo sábado, Facebook e Microsoft têm relatado que o Executivo pediu fatos de 19.000 e 32.000 usuários, respectivamente, em um período de 6 meses. Haverá mais: o Google está negociando com a Administração pra anunciar bem como seus próprios dados nos próximos dias. Estas são, em questões e respostas, novas das chaves sobre o que sabemos até já. Como tem estado espiando o Governo dos EUA aos cidadãos?

Sob os termos desta ordem são entregues os dois números telefônicos (emissor e receptor), bem como outros fatos, como a localização e duração das chamadas. O tema da ligação em si ou as informações pessoais (nome, tais como) dos usuários não está coberto na ordem, mas os detalhes obtidos permitiram discernir com facilidade os compradores da corporação em razão. Por que foi pensado? Antes de 2001, o Governo federal precisava da aprovação de um juiz para poder ler os e-mails, não só dos americanos, mas bem como de estrangeiros. Após os ataques do 11-S, todavia, Bush autorizou em segredo a NSA para que obviara essa aprovação e pudesse ler contas de e-mail de estrangeiros em tempo real.

O escândalo foi descoberta pelo The New York Times, depois de ter retido a notícia durante um ano inteiro por razões de segurança nacional. Bush apelou em vista disso ao Congresso, argumentando que obter a aprovação de um tribunal era muito árduo.